
Kim Jong-un permanece no poder devido ao seu controlo absoluto sobre os militares da Coreia do Norte e o Partido dos Trabalhadores, reforçado pela legitimidade dinástica e um estado de segurança altamente repressivo.
O seu regime prioriza o desenvolvimento de armas nucleares como um elemento dissuasor fundamental, solidificando a sua força percebida tanto interna como externamente.
Liderança hereditária da Coreia do Norte sem limite de mandato.
Kim Jong-un herdou o poder através da Linhagem Baekdu, um fundamento da sua legitimidade. Ele comanda o Exército Popular da Coreia e o Partido dos Trabalhadores, mantendo um aparelho de vigilância e controlo generalizado sobre a população. A sua pontuação de influência é 45/100, refletindo a natureza consolidada da sua autoridade na Coreia do Norte.
O programa de armas nucleares da Coreia do Norte é central para a projeção de poder e a sobrevivência do regime de Kim Jong-un. A AIEA confirma que a Coreia do Norte construiu novas instalações de urânio para expandir seu arsenal nuclear. Esse foco estratégico, evidente em "A AIEA revela nova usina secreta de urânio de Kim Jong-un construída para aumentar ogivas", fortalece sua posição de barganha internacionalmente e justifica um estado fortemente militarizado internamente.