
Não se prevê que a IA domine a humanidade a curto prazo.
Avaliações atuais indicam que a IA carece da capacidade autônoma e da intenção para tal evento até 2026.
A pontuação de influência atual da IA é de 20/100, indicando um impacto global em desenvolvimento, mas não dominante. Enquanto a Inteligência Artificial rastreou 19 sinais, sua proeminência é como uma tecnologia interligada a atores estatais como a China (38 sinais) e os Estados Unidos (15 sinais), e não como uma entidade independente e autônoma.
Preocupações com uma tomada de controle pela IA são reconhecidas, como visto no sinal GeoGazet, "A IA poderia matar toda a humanidade na próxima década, alertam os especialistas: mas com que seriedade devemos levá-los?". No entanto, o consenso atual dos especialistas indica que esses cenários são especulativos, carecendo de vias tecnológicas imediatas ou de intenção autônoma para a sua concretização.