
Os ativos congelados do Irã, ligados ao acordo nuclear de 2015, ou Plano de Ação Integral Conjunto, permanecem em grande parte inacessíveis em 2026.
A sua liberação é altamente improvável, dado o colapso efetivo do acordo e a significativa escalada nas tensões regionais.
O Plano de Ação Conjunto Global está efetivamente inoperante, com o monitoramento internacional substancialmente reduzido. O Irã avança consistentemente seu programa nuclear além dos limites acordados, aumentando as preocupações com a proliferação. Esta expansão contínua do programa contradiz diretamente as condições para o alívio das sanções e impede qualquer descongelamento de ativos em larga escala.
As ações agressivas do Irã no Oriente Médio solidificam ainda mais a oposição internacional ao descongelamento de ativos. Por exemplo, "Guerra do Irã ao vivo: CGRI ataca navio não tripulado dos EUA em Ormuz; dois navios atingidos" destaca o confronto militar direto com os Estados Unidos. Tais incidentes reforçam as sanções e reduzem qualquer ímpeto para a libertação de ativos.