
O acordo nuclear com o Irã, oficialmente o Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), não tem uma única data de expiração, mas incorpora várias cláusulas de caducidade que suspendem progressivamente as restrições.
Principais limitações nucleares, como as relativas a centrífugas avançadas e níveis de enriquecimento de urânio, estão programadas para expirar até 2030, com algumas disposições terminando antes, por exemplo, até 2025.
Embora a estrutura central do acordo permaneça, ele está em grande parte inativo após a retirada dos Estados Unidos em 2018 e as subsequentes violações iranianas de conformidade. A expiração gradual das restrições nucleares significa que o Irã poderia expandir legalmente seu programa consideravelmente, uma perspectiva que causa preocupação internacional. Um "funcionário iraniano disse à Al Jazeera que a decisão da AIEA foi imposta pelos EUA e por Israel", o que sublinha as disputas em curso sobre a supervisão nuclear.
As aspirações nucleares do Irão permanecem uma preocupação geopolítica central, como se reflete em "Armas Nucleares (14 sinais monitorizados)" ser uma das principais conexões. As tensões regionais complicam ainda mais qualquer possível retoma ou negociação; por exemplo, "O Barém diz que não participará na reunião de Ormuz proposta pelo Irão." Isso realça a desconfiança duradoura e a dificuldade de estabelecer uma cooperação de segurança regional mais ampla.