
Nenhuma nação possui de forma definitiva o Estreito de Taiwan.
Embora tanto a República Popular da China quanto a República da China (Taiwan) reivindiquem soberania sobre partes do estreito e o próprio Taiwan, o direito internacional geralmente o reconhece como águas internacionais.
A China reivindica todo o estreito como suas águas internas ou uma zona económica exclusiva, uma posição fortemente contestada por Taiwan. A monitorização GeoGazet confirma que Taiwan (82 sinais rastreados) e a China (61 sinais rastreados) dominam a atividade relacionada a "A Batalha Pela Unidade do Estreito." A baixa pontuação de influência de 14/100 realça essa falta de controlo singular.
Potências marítimas internacionais, incluindo os Estados Unidos, conduzem operações de liberdade de navegação, reforçando o estatuto do estreito como águas internacionais. Embora os EUA mantenham um interesse estratégico, o volume de seus sinais diretos é comparativamente baixo (4 sinais rastreados) de um total de 100 eventos. O sinal recente "A passividade de Trump dá espaço a Pequim em torno de Taiwan" sugere uma dinâmica internacional em evolução, impactando o cenário geopolítico do estreito.